Suicídio

O que você faria se ouvisse de seu médico que você ou um afeto seu, tem somente 3 meses de vida?

Difícil não? É como se uma montanha desmoronasse todinha sobre você. Essa é uma situação que ocorre comumente na vida de muitas pessoas. Diagnósticos médicos que a depender da maneira como são comunicados, transmitidos com ou sem muito esclarecimento, podem de alguma forma antecipar o desencarne da pessoa ou pior do que isso, leva-la ao suicídio.

Para quem já passou ou está passando por uma situação dessas desejamos lembrar que nossos irmãos médicos e especialistas, são também seres humanos e mesmo com muito conhecimento e especialização em suas áreas de atuação, possuem conhecimentos relativos à cerca das graves patologias que os seus pacientes experimentam, incluindo você.

SuicídioNão podemos receber um diagnóstico médico como um decreto absoluto e irrevogável. Absoluto pelo tempo, que nos diz, quando será executado e irrevogável porque nos transmite a sensação que é irreversível, ou seja, nada nem ninguém poderá muda-lo.

Muitas pessoas mudaram seus diagnósticos, no justo momento em que não quiseram acreditar nele, e se dispuseram a mudar a condenação recebida (embora de forma educada e sincera). E o que elas fizeram para isso? Colocaram em prática a fé em Deus e nos Seus Desígnios, não de forma passiva, mas uma fé ardente e ativa, fazendo tudo, exatamente tudo e um pouco mais, para mudar o “destino” traçado.

Em O Livro dos Espíritos, na Introdução, item 16, vemos uma frase de Allan Kardec que retrata um pouco, senão muito, sobre o saber (para nós relativo) dos homens de ciência:

Quando homens de ciência, apoiados na autoridade do saber, se esforçam por provar aos que os ouvem ou leem, que estes nada têm a esperar depois da morte, não estão de fato levando-os a deduzir que, se são desgraçados, coisa melhor não lhes resta senão se matarem?

Aqui retratamos alguns casos reais sobre diagnósticos médicos e atitudes proativas e positivas dos pacientes ou familiares.

  1. O médico psiquiatra e palestrante, Robert Schinyashiki que recebeu um diagnóstico de seus colegas médicos, de que seu filho teria somente 3 meses de vida, pois fora diagnosticado com paralisia cerebral. O menino nasceu com 150 calcificações no cérebro. Schinyashiki diz lamentar apenas uma coisa em toda a sua vida: a de ter acreditado, por uma semana, que seu filho não iria viver. Depois passou a crer que ele viveria e agiu para mudar o sombrio resultado dos exames médicos.
    1. O filho de Schinyashiki, Leandro, hoje tem mais de 35 anos.
  2. No século passado, o escritor e repórter Napoleão Hill ouviu dos médicos que seu filho jamais poderia ouvir e, portanto, também não falaria, por ter nascido sem as orelhas. Hill se recusou a aceitar que seu filho estaria condenado a ser surdo-mudo. Com fé ele próprio ajudou o menino a desenvolver a audição através da condução óssea, algo que à época ainda era desconhecido dos médicos. O filho não só se tornou uma pessoa normal, ouvindo e falando como levou a esperança para milhares de outras pessoas com a mesma deficiência, ao redor do mundo.
    1. Frase de Napoleão Hill: “Deus opera misteriosamente suas maravilhas.
  3. Conhecemos pessoalmente uma mãe que ao adotar um menino que fora abandonado, precisaria passar por uma delicada cirurgia, em função de problemas cardíacos. A chance de sucesso era de apenas 1% e o médico responsável alertou que praticamente seria impossível ele sobreviver. A mãezinha não se deu por vencida e estimulou o médico a realizar tudo o que lhe fosse possível, pois ela (mãe adotiva) estava certa que ele sobreviveria. O menino atualmente está com 12 anos. Um caso de fé ardente e confiança absoluta em Deus.

Haveriam muitos outros casos a relatar, mas os casos acima mostram muito bem, que para aqueles que têm uma fé realmente profunda e ardente em Deus, os resultados podem ser imensamente diferentes daqueles esperados pela medicina, através dos nobres e dedicados homens que a praticam.

Comunhão com DeusO que muda, para alguns, é o desejo real e a ação de buscar força, coragem e ter a humildade de pedir ajuda do alto, para enfrentar uma situação adversa. Estes não se detêm a lamentar a má sorte, o seu infortúnio ou o peso da sua cruz. Reagem de forma positiva, buscando tudo o que pode sinalizar com uma pequena luz que os levem a vencer a dificuldade, a doença ou seja qual for o mal que os tenha acometido.

Precisamos entender que todos temos nossas responsabilidades em tudo e que em se tratando de doença, os médicos e enfermeiros, as instituições são apenas meios de nos ajudarem a suportar e restaurar nossa saúde ou a daqueles a quem estimamos. Meios importantes e valiosos, mas não os únicos a ter a palavra final sobre vida ou morte. Infelizmente a grande maioria acaba colocando somente não mão dos doutores e especialistas, a própria vida, com uma quase indiferença sobre si mesmo.

Ora, perguntamos, se a vida me pertence – pois foi Deus quem me criou e Deus não nos tira a vida -, não serei eu o maior interessado e recuperá-la e restaurá-la? Porque então aceitar de forma absoluta um diagnóstico, o resultado de um exame e simplesmente esperar a hora final?

Naturalmente é muito difícil para milhares de pessoas que sem um bom plano médico, ficam a depender da assistência do governo e do sistema de saúde pública, caótico e fracassado em nosso país. Porém, mesmo nestas condições se tivermos um desejo real de vencer a doença, se realmente acreditarmos em Deus e acima de tudo agirmos conforme nossas possibilidades, teremos em realidade muito mais chances de mudar o nosso “destino” e mesmo que isso não ocorra, ou seja, que venhamos a desencarnar, teremos deixado um legado, um exemplo positivo de luta e fé.

Para nós espíritas, é comum ouvirmos muitas vezes, que “tudo está nas mãos da Espiritualidade Superior.” Perdoem os que assim pensam, mas diríamos que tudo está principalmente em nós mesmos. De nada adianta acreditar na Espiritualidade, nos Bons Espíritos, nos Anjos, Protetores e Mentores, sem nada fazermos a respeito. Nossos Amigos Espirituais estão sempre a nos envolver e trazem a sua proteção até nós, mas temos que agir, fazer nossa parte, de forma a atrairmos toda essa energia superior, desses companheiros que zelam por nós, mas que estão principalmente, interessados em nosso crescimento espiritual e para isso precisamos passar pelas provas que a vida na matéria nos impõem, com coragem, ação no bem e fé inabalável. Resumindo: precisamos ser protagonistas e não somente justificar passivalmente, que é a vontade de Deus.

Forma EspiritualSejamos gratos sempre aos irmãos da medicina e cientistas que dedicaram anos de estudo na busca de melhorar nossas condições de saúde, porém, lembremos sempre que eles também têm suas limitações e nunca estão sozinhos, senão amparados também pelos Espíritos que os acompanham nos tratamentos, nas intervenções cirúrgicas delicadas, assim como nós outros, pacientes que muitas vezes nos encontrarmos, jamais deixamos de ser assistidos por esses irmãos da Espiritualidade Maior.

Projetar somente na figura humana do médico a sua realidade de vida ou de morte, é render-se antes de combater, além de transferir todo o peso da sua desdita para o mesmo.

 

Tudo é relativo e o que parece o fim, pode apenar estar sinalizando o reinício de uma nova condição de saúde e empoderamento.

Por fim, lembramos ainda que mesmo para essas epidemias e doenças hoje incuráveis, a qualquer momento uma nova descoberta científica, uma vacina que esteja sendo testada ou um remédio que está em fase final de testes, pode mudar as condições de saúde e doença em nosso planeta. Ou seja, se há um diagnóstico nos indicando o final do caminho, há milhares de possibilidades se formando e que poderão a seu tempo (mais cedo ou mais tarde) abrir uma nova estrada para a vida, para a para a recuperação e o equilíbrio, físico, orgânico ou mental, nos convidando a viver dignamente com saúde no corpo e no Espírito.

Muita Paz!

 

Referências Bibliográficas:

KARDEC, Allan – O Livro dos Espíritos, Introdução, item 16.

HILL, Napoleão – Quem Pensa Enriquece, Cap. 1.

SHINYASHIKI, Roberto – Palestra no Evento Fórmula de Lançamento, Jan/2016

 

 

 

 

 

 

 

 

TUDO PODE MUDAR!

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