Reencarnação

Um homem e o seu fascínio por cavalos…

Das pessoas que hoje se encontram na faixa etária dos 40 anos, um pouco mais, um pouco menos, certamente irão se lembrar dos filmes de faroeste das décadas de 60 e 70. Nesse período, destacaram-se vários atores hollywoodianos que protagonizaram cenas inesquecíveis nos filmes de faroeste do cinema americano.

Gwyllyn Samuel Newton Ford foi um deles. Nascido em Portneuf, província de Quebec no Canadá, em 1º de maio de 1916.  Tornou-se conhecido como um dos melhores atores de cinema, com o nome de Glenn Ford. 

No papel de cowboy, em filmes de western, seu fascínio por cavalos chegava a importunar os diretores e os estúdios de cinema, porque Glenn Ford não admitia ser substituído por dublês nas cenas mais perigosas. Isso começara desde cedo segundo a mãe do ator, que com dois anos já dizia sentir cheiro de cavalos, sendo que não havia qualquer cavalo por perto. Gostava de conversar sobre cavalos, desenhava-os e quando sentia-se feliz dizia: “I smell horses” (Sinto cheiro de cavalos)

Aos dez anos cavalgou pela primeira vez, montando um garanhão preto alto e de temperamento violento. O cavalo esteve dócil sob o controle de Glenn.

Hipnotizado pelo doutor Maurice Bejnamim, Ph D em psicologia, associado á UCLA, Glenn iria fornecer informações sobre eventuais vidas anteriores. A primeira sessão realizou-se em 1º de dezembro de 1967 e a ela se seguiram outras quatro. Ford em transe hipnótico com diferentes pesquisadores já revelou cinco existências anteriores, sendo que nas sessões do Dr. Benjamim, recordou-se de duas.

Instrutor de piano (Sec. XIX) – Charles Stewart foi instrutor de perfil perfeccionista e desgostou-se tanto com as alunas, que decidiu nunca se casar, dedicando toda a sua vida aos cavalos, devotando enorme paixão.

Membro da cavalaria de Louis XIV (Sec. XVII) – Chamava-se Emile Langevin, de Versailles era um entendido em cavalos da casa de cavalaria de Louis XIV, o grande Rei Sol, que governou a França e Navarra a partir de 1643 e cujo reinando de 72 anos é o mais longo na história de qualquer monarca europeu na história.

Durante as sessões, Glenn Ford falava com sotaque britânico, como Stewart e expressava-se em francês quando assumia a personalidade de Langevin, embora falasse de forma vacilante. Levado o exame para estudo posterior, verificou-se que Glenn não falava o francês atual, e sim o francês parisiense da década de 1670. Ou seja, esta é uma “recordação” que não tem sede na memória, pois nesta existência, Glenn estava com um novo cérebro. Assim a “recordação” só pode vir de um arquivo fora do corpo físico… a memória espiritual ou memória extra-cerebral, que guardou a experiência do mesmo lá no século XVII.

Glenn Ford

O ator Glen Ford

 

 

 

 

 

 

Glenn Ford tinha uma marca no corpo dede nascença. Durante outra sessão de hipnose, o ator relata sua morte lá no século XVII, quando foi membro da casa de elite da cavalaria do rei. Estivera envolvido com uma dama e obrigou-se a duelar com o melhor espadachim da corte, sendo atingido com um golpe fatal.

Em outra sessão, como instrutor de piano, Glenn estando em transe, tocou Chopin, Beethoven e Mozart. Na atual existência (já encerrada em 30 de agosto de 2006) o ator não tocava absolutamente nada.

Acrescentamos com relação ao ferimento de espada no corpo físico, que este interage diretamente com o conhecido períspirito, ou organizador bioplasmático, corpo astral, etc. Este recebe as impressões do corpo físico e as registra, transferindo para o novo corpo na próxima reencarnação. Por isso a marca de nascença no corpo de Glenn, trazida do cinco séculos depois.

Objetivos da Encarnação – Consultando o Livro dos Espíritos de Allan Kardec, vamos encontrar a pergunta 132, seguida da respectiva resposta:

Qual o objetivo da reencarnação dos Espíritos?”

“Deus lhes impõe a encarnação com o fim de fazê-los chegar á perfeição. Para uns, é expiação, para outros, missão. mas para alcançarem essa perfeição, têm que sofrer todas as vicissitudes da existência corporal: nisso é que está a expiação. Visa ainda outro fim a encarnaçaõ: o de por o espírito em condições de suportar a parte que lhe toca na obra da Criação. Para executá-la é que, em cada mundo, toma o espírito um instrumento, de harmonia com a matéria essencial desse mundo, a fim de aí cumprir, daquele ponto de vista, as ordens de Deus. É assim que concorrendo para a obra geral, ele próprio se adianta”

Sabemos que em todas as culturas, em todas as civilizações, o fenômeno da reencarnação se encontra presente, mesmo nas tribos mais selvagens e antigas nos confins desta Terra, há registros do intercãmbio com os espíritos, atestando o retorno ao corpo físico. Na obra Dias Gloriosos, Joanna De Ângelis pela psicografia de Divaldo Franco, nos coloca que “através das comunicações espirituais foram ministradas instruções a respeito da preexistência e da sobrevivência da vida aos fenômenos do nascimento e da morte, insculpindo o mecanismo evolutivo do ir-e-vir ininterrupto, graças ao qual, da ganga bruta da matéria se liberta o anjo que nela jaz adormecido, pela reencarnação”

idas e vindasSe pudéssemos assistir aos nascimentos e óbitos “just in time”, ou seja, na hora presente, poderíamos ver o imenso tráfego de espíritos indo e vindo, como quando estamos numa rodoviária ou aeroporto. Chegadas e saídas à todo instante, nos evidenciando a vida plena do espírito em roupagens diferentes buscando cumprir a missão evolutiva que todos trazemos, cujo roteiro é longo e permanente, pois a vida sempre será movimento, de preferência ascendente, vertical, fazendo com que os filhos do Pai, cresçam e tornem-se co-autores da sua grande obra.

Evidenciamos acima o caso do famoso ator de Hollywood, como um dos milhares que são todos os demais que estamos nesta Terra de provas e expiações, como bem asseguram os espíritos à Kardec. Uma marcha evolutiva, recheada de recordações, lembranças, sensações do ontem, umas agradáveis, outras nem tanto, mas que acima de tudo nos atestam que não nos encontramos aqui pela primeira vez. Estímulos, tendências, anseios de algo que muitas vezes não sabemos bem o que é, mas que nos impele em alguma direção. Cabe à cada um selecionar o melhor caminho, refrear as tendências negativas, dando vazão àquelas que se caracterizam pela ação no bem.

Assim todos caminhamos, juntos numa mesma escola, experienciando, vivenciando e recolhendo o fruto das nossas ações, doces ou amargos, ás vezes, porém um cultivo necessário na lavoura da existência. Mesmo os melhores agrônomos necessitam selecionar os melhores grãos que produzirão em abundância na terra fértil. Nós da mesma forma necessitamos selecionar também os grãos que depositaremos hoje onde quer quer estejamos. No amanhã, certamente refaremos o caminho de volta, colhendo os frutos que quiçá, sejam doces e saudáveis.

Jesus continua a chamar os obreiros para a seara, onde há muito trabalho. Que nossos ouvidos, mente e coração estejam atentos e passíveis de atender ao chamado para não desperdiçarmos a grata oportunidade de estarmos aqui. Logo ali na frente estaremos retornando, levando na bagagem somente as nossas ações, no equívoco ou no bem. Que a balança pese a nosso favor e que os testemunhos daqueles que nos aguardam, sejam os melhores possíveis, diante da nossa luta de cada dia.

 

Jesus chamando

 

 

 

 

 

 

 

Muita Paz com Jesus no coração!

REENCARNAÇÃO…

One thought on “REENCARNAÇÃO…

  • 16 de junho de 2016 at 18:56
    Permalink

    Olá querido amigo João. Fico muito feliz em receber suas considerações sobre nosso texto. Espero que continue nos acompanhando e interagindo conosco através dos comentários. Um grande abraço e votos de muita paz.
    Eduardo Martins

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